Pré-wedding Thayna e Thiago

Thayna e Thiago.

Lembro exatamente de Thayna preocupada como ficaria o monograma já que as iniciais seriam T e T. Disse a ela que não tinha problema nenhum e que ficaria lindo.

Conheci Thayna na empresa há 3 anos e ela com seu jeito calado e quieto logo conquistou uma turminha.

Thayna é daquelas curta e grossa se não gosta, não gosta e pronto! Não tem muito mimimi com ela. Mas ao mesmo tempo é companheira e atenciosa, como Mari diz (uma amiga nossa do trabalho), ela é a que mais ouve todo mundo, isso é uma dádiva!

Acompanhei um pouco da história dela com Thiago e sei exatamente o que ele passou para “quebrar” aquele coração de pedra, ele foi lapidando com muita paciência e amanhã, 02 de setembro de 2017, eles darão SIM um para o outro com a maior alegria do mundo.

Organizamos nossas festas ao mesmo tempo, até o dia é o mesmo, pois casarei daqui há 3 meses no dia 02 de dezembro. Ela me acompanhou em casas de festa, me indicou local para alugar vestido e ainda seremos maquiadas pela mesma profissional, Paulla Casal. Ela me deu muita sorte em algumas escolhas do casamento.

O que mais me admira nesse casal é a tranquilidade e a confiança e o temor a Deus, desde o noivado até hoje eles sempre souberam que Deus cuidaria de tudo e que teriam uma festa linda (estou doida para ver amanhã).

Agora vocês não são mais dois, são um.

Segue um pouco do ensaio pelas lentes de Mariana Abreu, que conseguiu extrair a essência de Thayna e Thiago, o sorriso lindo dela e o olhar apaixonante dele por ela. Mariana arrasou e tenho certeza que conseguirá fazer muito mais no grande dia. O local escolhido para o ensaio foi o Hotel Amoaras, que fica na praia de Maria Farinha em Paulista. Um lugar lindo, mas que ficou ainda mais colorido e alegre com a presença do casal.

Viva 02 de setembro de 2017.

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Fotografia: Mariana Abreu

Make: Nossa amiga Giovana

Figurino: Noiva

Local: Hotel Amoaras

Casamento é quando existe amor.

Ele era o motorista da Antarctica, ela era a vendedora de uma loja do centro do Recife.

Dona Marluce era a dona do restaurante e ele chegou para despachar a cerveja enquanto ela tomava sua tradicional sopa. Ele resolveu pedir uma sopa também e de longe ficou de olho na “galega” como ele a chamava.

Ele é meu PAI, ela é minha MÃE!

Até que a morte os separe… Com eles foi assim. Depois de 18 anos juntos a morte separou os meus pais.

Esse encontro lá no restaurante de Dona Marluce rendeu, e eu e minha irmã viemos ao mundo. Millena e Helen, a corda e a caneca, as “gêmeas” da escola, a minha madrinha de casamento, a minha Prefer.

Eu não tive a oportunidade que eu queria de conhecer e conviver melhor com meu pai, aos 15 anos ele nos deixou, mas antes dançou a valsa comigo, na minha festa de debutante.

Minha mãe não teve festa de casamento, nem se vestiu de noiva. Minha irmã e eu crescemos perguntando a ela sobre o álbum de casamento, ela não teve o álbum também, mas o que ela teve durante esse tempo ao lado do meu pai foi amor. Porque casamento é isso! A festa é linda, emocionante, a benção de Deus é importante, mas de que adianta tudo isso se não tiver amor? Meu pai aprontou um pouco e minha mãe até sofreu um tempo, minha mãe já foi o segundo casamento dele, mas depois dela não veio ninguém. Foi “nos braços” dela que ele ficou até o último dia de sua vida.

E minha mãe? Ah! Essa o ama até hoje! Dezesseis anos depois e minha mãe não amou mais ninguém e viveu sua vida dedicada aos filhos (eu, Helen e Romero, nosso irmão por parte de mãe).

O jeito que ela fala dele, as histórias, o brilho nos olhos mesmo depois de tanto tempo me fascina. É esse amor que quero ter no meu casamento, é esse amor verdadeiro que quero oferecer diariamente ao meu noivo e futuro marido.

Há 16 anos ele dançava valsa comigo, mas esse ano no meu casamento ele não estará presente fisicamente, mas estará no meu coração, ou melhor, ele nunca saiu de lá. Minha mãe está muito feliz por esse momento que viverei com Kiko e eu sou eternamente grata a eles pela pessoa que me tornei.

Pai, obrigada por tudo! Mãe, você é a coisa mais linda da minha vida.

Chega logo 02.12.2017

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Um amor que dura há 46 anos.

Olha a responsabilidade de escrever sobre o sogro e a sogra!

No dia 12/12/2016 eles completaram 46 anos de casados, vejam que coisa linda! Tão difícil a gente ouvir histórias de tantos anos de amor.

O que vejo por aí são casais superficiais, que vivem juntos por viver e quando conseguem viver juntos. Casamentos que acabam antes de completar um ano, traição, falta de respeito e falta de companheirismo. Falta AMOR.

Confesso que já cheguei a desacreditar no amor verdadeiro entre casais. Mas ainda bem que foi só uma fase.

Conviver com Dona Rejane e Sr. Ricardo é desejar que seu casamento dure a eternidade. As palavras sábias dela em tantos momentos foram fundamentais. Casamento é paciência, renúncia, é puro amor. É querer o outro por perto sempre.

São 46 anos de amor! Uma filha e dois filhos, até agora duas netas e um neto (por enquanto porque os nossos – Meus e de Kiko – virão em breve), 46 anos de companheirismo entre os irmãos, reunião em família e muita fé, muita mesmo.

Deus não poderia ter me presenteado com uma família melhor que essa. 

Dona Rejane e Sr. Ricardo, obrigada por colocar a nossa família sempre em oração. Obrigada pelo exemplo. 

Vejam as fotos desse casamento que mesmo sendo preto e branco demonstra a essência principal de uma união: o AMOR.

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Helen e Alexandre (Nêgo e Nêga)

Tem como não se emocionar escrevendo sobre o grande dia da minha irmã? A emoção tomou conta antes mesmo de iniciar esse texto.

Helen é aquela irmã que virou minha mãe, pois está sempre preocupada comigo e sempre me dá orientações. Como todos os irmãos da face da terra a gente briga e se ama, lembro bem como ela não deixava eu usar as roupas dela, faz parte né gente!?

Bem, vamos ao que interessa, o grande dia da minha irmã!

No último dia 27/11 eles comemoraram 5 anos de casados.

Helen e Alexandre se conheceram em um jogo de futebol, mas advinha quem estava jogando? Helen, minha irmã atleta. Era um jogo solidário da empresa que ela trabalhava na época.

Eles já moravam juntos há cinco anos e a união se deu quando ela descobriu que estava grávida de uma princesa. Estelinha veio para unir de uma vez seus pais. Passados os cinco anos eles decidiram oficializar a união casando no civil e no religioso, em uma cerimônia de casamento comunitário na Igreja Nossa Senhora do Rosário em Jaboatão. Foi lindo viver aquele momento, ela estava linda e nervosa também. Foi emocionante demais, a celebração, as músicas, a entrada de cada casal que sonhava com aquele momento… Eu nem preciso falar que chorei horrores né?

O que sempre penso sobre casamento é a cumplicidade do casal. A festa não precisa ser luxuosa, com o vestido mais caro, precisa ser verdadeiro e de coração.

Casar é decidir amar para sempre, acima de tudo. Ser companheiro, parceiro, amigo e confidente. E aqui eu posso afirmar: teve muito amor nesse dia e esse amor permanece até hoje, cinco anos depois.

Nesses cinco anos eles planejaram ter outro filho e Daniel chegou para alegrar ainda mais a casa. É uma família linda!

Parabéns pelos 10 anos de amor, não é todo dia que vemos casais que conseguem seguir amando de verdade. Que venham mais 50 anos!

Obs.: Noivas não emagreçam tanto, o vestido da minha irmã foi ajustado umas milhões de vezes 🙂

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Deixando a casa de mainha.

Talvez essa seja a parte mais difícil para uma noiva. Obviamente para quem tem um bom relacionamento com a mãe e mora com ela sozinha há 6 anos (este é o meu caso).

Sair de casa é sempre um desafio, seja para morar só, fazer intercâmbio, e casar então nem se fala, porque morar com a mãe é saber que você pode quase tudo, sua mãe aceita suas TPM’s seus cansaços, aceita tudo!

Voltando ao assunto “deixando a casa de mainha”, lembro quando minha irmã casou, para minha mãe ficou um vazio na casa. Era menos um na mesa, era menos uma marmita e menos quantidade de comida para fazer. Depois de um tempo meu irmão voltou a morar conosco, passou um ano e depois lá foi ele embora novamente. E eu ficando e assumindo cada vez mais responsabilidades em casa

Sempre fui muito apegada a mainha, muito mesmo. Era daquelas crianças que não ficava para dormir na casa de ninguém e após o falecimento do meu pai passei a dormir na cama de casal com ela durante 11 anos. Sofri um pouco por causa disso, pois ao ingressar na carreira profissional e precisava viajar e não conseguia dormir. Mas eu já superei!

Agora tem outro desafio e dessa vez eu não vou passar três dias fora e voltar para casa. Dessa vez eu vou e só voltarei nos finais de semana ou de quinze em quinze dias e olhe lá. Vou morar em outro estado e a coisa pode ser mais difícil. Vou morrer de saudade, vou ficar preocupada, mas ela me apoia em tudo e diz: Se é para sua felicidade eu também fico feliz. Ela torce a cada contrato do casamento que eu fecho e não quer nem falar no assunto que estou indo embora.

Casa de mãe é sempre bom e o mais legal de tudo isso é que sempre vai ter uma casinha em Olinda para eu ficar. Ela já saber que quando for dia de visita-la, a galinha guisada vai ter que ser o prato do almoço. Minha mãe é daquelas que topa tudo, já fizemos muitas coisas juntas, é companheira, amiga, a super tia e a super vó. Ela é puro amor.

Levarei um pouco desse jeitinho dela para dentro do meu lar doce lar, com o meu toque claro. Mas levarei para dentro da minha casa e para os filhos que Deus nos conceder, todo amor e carinho que ela sempre dedicou a mim e a meus irmãos.

Te amo mãe!

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Enxoval: o que comprar?

enxovalTem dicas que a gente não pode deixar de compartilhar nunca na vida, principalmente se tratando de dicas para noivas.

Algumas noivinhas podem achar que é besteira, mas o enxoval é bem importante e posso confessar uma coisa? Nunca pensei que saber a quantidade ideal de cada coisinha é essencial.

Tenho uma amiga que casou recentemente e na semana do casamento ela se deu conta que não tinha nenhum lençol em casa, acreditem se quiser. Acontece com os melhores casais.

E para não acontecer comigo e nem com minhas leitoras, compartilho aqui essa opção de composição sugerida em um folder da MMartan. Vale lembrar que tudo que tem naquela loja é perfeito, além daquele cheirinho de casa limpa que vou querer diariamente na minha casa.

Faz o download neste link e guarda o arquivo, para na hora de comprar não faltar nada.

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Pré-wedding Mel e Léo

Senta que lá vem história, poque eu escrevi esse post em um domingo e estava bem inspirada. Afinal, amizade sempre me inspira.

Tá chegando a hora de Mel e Léo dizer SIM e antes de falar mais dessa história, que falar noiva Melina, amiga de infância, vizinhas de muro e de nomes invertidos (sempre falava Millena e Melina).

Andar de bicicleta na Rua de Melina e Sthella era a diversão da tarde, já que eu morava em uma avenida Helen (minha irmã) e eu sempre arrodeávamos o quarteirão para pedalar junto com as meninas, e dona Sebastiana vó das meninas, sempre olhava a gente. Isso quando não passávamos a bicicleta por cima do muro. (Promessas do meu pai – in memorian – fazer um portão de acesso do nosso prédio para o prédio das meninas, até hoje esperamos hahahaha).

Naquela época não era tão perigoso brincar na rua como é hoje.  E ainda tinha os irmãos Herbert e Betinho que fazia parte do sexteto de amigos.

Foi uma fase maravilhosa, fazíamos concurso de dança com músicas do É o Tchan, fingíamos ser artistas de teatro e fazíamos apresentações de peças como Sítio do Pica Pau Amarelo, Os Saltimbancos… Ainda me lembro de Sthellinha dançando:

“O meu mundo era o apartamento

Detefon, almofada e trato

Todo dia filé-mignon

Ou mesmo um bom filé… de gato…”

Podemos dizer que tivemos uma infância feliz e divertida. Suely, a mãe de Melina, é professora e também brincávamos de escolinha.

O tempo passou, crescemos e as brincadeiras acabaram. O contato já não era mais o mesmo, a não ser nas paradas de ônibus. As responsabilidades aumentaram: trabalho, faculdade, pós-graduação. E quem eu encontro no 1º dia de aula na pós? Melina. E foi bem legal fazer pós-graduação juntas, pois fazíamos companhia uma à outra na volta para casa.

Mas agora o foco mudou. Somos noivas e logo menos Melina vai dizer SIM a Léo diante de Nosso senhor Jesus Cristo. Falta menos de dois meses para este grande dia e eu estou na torcida desde já por eles.

Mel e Léo se conheceram através de amigos em comum e como eu e meu noivo eles são mais uma casal que se conheceram no carnaval de Olinda. Na casa de Dona Sebastiana, vó de Melina já é costume ter um almoço na quarta-feira de cinzas e Léo a convite de um amigo foi para la. Depois de um tempo eles se reencontraram novamente no carnaval e Léo investiu pesado em Melina (ela é dura na queda e só no final do ano que cedeu ao charme dele). E foi na Igreja do Carmo em Olinda que tudo começou, local deste ensaio lindo feito pelas lentes de Rafaelly Lemos.

Já são dois anos e 10 meses de namoro e como eles já vinham falando em casamento as coisas simplesmente aconteceram e a festa já está batendo a porta. O que seria para Novembro de 2017 foi antecipado para dezembro de 2016.

 Mel me disse: “Estamos aqui na ansiedade para viver esse dia lindo na Igreja do Carmo, local do nosso primeiro encontro e da santa que é padroeira da minha mãe”.

Mel, estamos aqui ansiosos também para ver o registro desse dia lindo, que marcará o início de mais uma família de Deus.

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